Prepare-se hoje para as necessidades de amanhã

“No estio, prepara o seu pão, na sega, ajunta o seu mantimento.” - Provérbios 6:8 - ARA

Salomão continua utilizando a formiga como exemplo de sabedoria. Agora ele destaca sua capacidade de planejamento. Mesmo sendo um pequeno inseto, ela entende que existem épocas de abundância e épocas de escassez. Por isso, durante o verão e a colheita, ela trabalha e armazena alimento para os dias em que não poderá encontrá-lo com facilidade.

A alegria dos dias ordinários

 


A alegria dos dias ordinários

Existe uma ilusão muito comum em nossos tempos. De que a felicidade está sempre no próximo acontecimento. Pensamos que seremos felizes quando conseguirmos aquele emprego, comprarmos aquela casa, realizarmos aquela viagem, alcançarmos aquela meta ou recebermos aquela conquista tão esperada.

Depois do medo

 


Depois do medo

Há uma porta na vida que quase todo mundo vê, mas nem todos atravessam. Curiosamente, essa porta não está trancada. Não exige senha, não cobra ingresso e nem tem um guarda impedindo a passagem. O nome dela é medo.

A disciplina que vem de dentro

 


A disciplina que vem de dentro

“Não tendo ela chefe, nem oficial, nem comandante.” - Provérbios 6:7 - ARA

Ao continuar o exemplo da formiga, Salomão destaca uma característica impressionante desse pequeno inseto.
Que ela trabalha diligentemente sem precisar de alguém o tempo todo mandando, cobrando ou fiscalizando suas ações.

Aprendendo com a formiga

 


Aprendendo com a formiga


“Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio.” -Provérbios 6:6 - ARA

Após alertar sobre os perigos da imprudência, Salomão muda de assunto e passa a tratar de outro inimigo do sucesso espiritual e material, a preguiça.

Livre-se da armadilha enquanto há tempo

 


Livre-se da armadilha enquanto há tempo

“Livra-te, como a gazela, da mão do caçador e, como a ave, da mão do passarinheiro.” - Provérbios 6:5 - ARA

Salomão conclui esta primeira advertência com uma imagem muito forte. Ele compara a pessoa que caiu numa situação perigosa a uma gazela presa pelo caçador ou a uma ave capturada numa armadilha. A orientação é clara. Faça todo o possível para se libertar antes que seja tarde demais.

Não adie a solução dos problemas

 


Não adie a solução dos problemas

“Não dês sono aos teus olhos, nem repouso às tuas pálpebras.” - Provérbios 6:4 - ARA

Este versículo é a continuação direta da orientação dada por Salomão sobre a necessidade de corrigir rapidamente uma decisão imprudente. Depois de aconselhar seu filho a buscar uma solução para o problema criado, ele acrescenta uma recomendação urgente: não durma sobre o assunto, não adie o que precisa ser resolvido.

Quando erramos, a humildade é o caminho da solução

 


Quando erramos, a humildade é o caminho da solução

“Faze, pois, isto agora, meu filho, e livra-te, pois caíste nas mãos do teu próximo; vai, prostra-te e importuna o teu próximo.” - Provérbios 6:3 -

Depois de alertar sobre os perigos de assumir compromissos imprudentes, Salomão apresenta uma orientação prática para quem já caiu nessa situação, que é não ignorar o problema, enfrentando-o com humildade e rapidez.

Nem virtude, nem heroísmo, ética é obrigação

 


Nem virtude, nem heroísmo, ética é obrigação

Quando o dever vira exceção e a tragédia da ética pública no Brasil

Ética pública não é virtude. É dever. Não deveria causar admiração quando um político age com honestidade, presta contas dos recursos que administra e respeita a lei. Isso não é heroísmo. É simplesmente a obrigação de quem exerce uma função pública. O problema é que chegamos a um ponto em que a normalidade virou exceção, e a exceção passou a ocupar as manchetes diariamente.

As palavras têm poder para prender ou libertar

 


As palavras têm poder para prender ou libertar

“Estás enredado pelos lábios da tua boca, estás preso pelas palavras da tua boca.” - Provérbios 6:2-ARA

Salomão continua o ensinamento iniciado no versículo anterior sobre assumir compromissos sem prudência. Agora ele mostra que, muitas vezes, não são correntes de ferro que aprisionam uma pessoa, mas as próprias palavras que ela pronunciou.