A seriedade da rebelião espiritual

 


A seriedade da rebelião espiritual

E a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia.” - Judas 1:6 - ARA

O versículo 6 de Judas nos conduz a uma reflexão profunda sobre o perigo da rebelião espiritual. Diferente dos homens, os anjos contemplaram a glória de Deus de forma direta, mesmo assim optaram por abandonar o lugar que Deus lhes havia designado. A consequência foi imediata, com a perda da glória, trevas, aprisionamento e juízo.

Lembranças que Protegem a Fé

 

 

Lembranças que protegem a fé

 Quero, pois, lembrar-vos, embora estejais cientes de tudo uma vez por todas, que o Senhor, tendo libertado um povo, tirando-o da terra do Egito, destruiu, depois, os que não creram.” – Judas 1:5 – ARA

Judas escreve a cristãos que já sabiam da verdade, mas ainda assim precisavam ser lembrados. Isto revela um princípio espiritual profundo de que a fé se fortalece quando revisitamos as obras e advertências de Deus.

Quando a graça é deturpada

 


Quando a graça é deturpada

Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, têm sido antecipadamente pronunciados para esta condenação; homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.” - Judas 1:4 - ARA

Judas revela que o maior perigo da igreja nem sempre vem de fora. Muitas vezes vem de dentro, e de maneira dissimulada. Esses homens não entraram anunciando suas intenções. Entraram sorrateiramente, como lobos vestidos de ovelhas.

Lutando pela fé que nos foi confiada

 


Lutando pela fé que nos foi confiada

Amados, quando empregava toda a diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhar diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos.” – Judas 1:3 – ARA

Judas tinha um plano de escrever sobre a salvação comum, sobre aquilo que une todos os crentes. Mas o Espírito Santo tinha outro assunto urgente. A necessidade de lutar pela fé. Essa mudança de direção mostra que às vezes Deus altera nossos planos porque há algo mais importante, mais urgente e mais espiritual a ser tratado. Assim como Paulo foi impedido pelo Espírito de ir à Ásia (Atos 16:6-7), Judas também foi guiado a abordar um tema que a igreja não podia ignorar.

As três bênçãos que sustentam a alma

 


As três bênçãos que sustentam a alma

Misericórdia, paz e amor vos sejam multiplicados.” – Judas 1:2 - ARA

Judas abre sua carta desejando três presentes espirituais que não vêm do mundo, não se compram e não se conquistam com esforço humano. Eles vêm exclusivamente do coração de Deus. E Judas não pede que sejam apenas concedidos. Ele pede que sejam multiplicados.

A solidão em meio à multidão

 


A solidão em meio à multidão

Somos constantemente confrontados por uma realidade inquietante e dolorosa: somos sós no mundo. Mesmo cercados por familiares e amigos, seguimos, em essência, sozinhos diante de Deus.

Nascemos graças a Ele, não por nossa própria vontade. Vivemos também por Sua graça. Acreditamos ter controle sobre nosso destino, mas não temos — nossa vontade é limitada.

A solidão da vida nos leva a refletir sobre nossa própria existência. Somos seres solitários, ainda que rodeados por muitos. Uma alma, um espírito, um corpo — só.

Pense comigo: somos sozinhos dentro de nós mesmos. Enganamo-nos ao acreditar que alguém é capaz de nos preencher por completo. Continuamos sozinhos em nossa essência.

Por que nos preocupar tanto com uma vida efêmera, se morreremos sós? No entanto, naquele dia encontraremos Aquele que sempre esteve ao nosso lado, preenchendo silenciosamente o nosso vazio interior.

Estamos cheios de nada. Enchamo-nos de Deus e venceremos a solidão, mesmo em meio às multidões.

“Fizeste-nos para Ti, e inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em Ti.” — Santo Agostinho

Autor: Magno Barros

A identidade do verdadeiro discípulo

 


A identidade do verdadeiro discípulo

Judas, servo de Jesus Cristo e irmão de Tiago, aos chamados, amados em Deus Pai e guardados em Jesus Cristo.” – Judas 1:1 - ARA

Judas poderia ter mencionado seu parentesco com Jesus, afinal, era seu meio-irmão. Mas não. Ele se apresenta como servo. No Reino de Deus, autoridade nasce da humildade, e grandeza surge do serviço. Judas ensina que o discípulo não se define por títulos, posições ou conquistas, mas por sua submissão ao Senhor Jesus.

Introdução ao Livro de Judas

 


                              Introdução ao Livro de Judas

 O Livro de Judas é uma das cartas mais breves e, ao mesmo tempo, mais contundentes de todo o Novo Testamento. Com apenas 25 versículos, esta epístola carrega uma mensagem urgente, profunda e extremamente atual para a igreja de todos os tempos. Seu autor se apresenta como “Judas, servo de Jesus Cristo e irmão de Tiago” (Jd 1), o que o identifica como Judas, irmão de Jesus (Mateus 13:55), mas que, humildemente, não reivindica tal parentesco, preferindo colocar-se como servo.

A paz como última palavra

 


A paz como última palavra

 

A paz seja contigo. Os amigos te saúdam. Saúda os amigos, nome por nome.” – 3 João 1:15 - ARA

 

O último versículo desta carta é uma pequena joia da espiritualidade cristã. João encerra sua mensagem com uma bênção simples, porém profunda. “A paz seja contigo.” É como se o apóstolo dissesse: “Que tudo o que você fizer, viver e enfrentar seja abraçado pela paz de Cristo.

A paz que une os corações

 


A paz que une os corações

 

Espero, porém, ver-te em breve, e então conversaremos de viva voz. A paz seja contigo. Os amigos te saúdam. Saúda os amigos, nome por nome.” – 3 João 1:14 - ARA

 

João termina sua curta carta de maneira profundamente afetiva, com três gestos que resumem o coração do evangelho: o desejo do encontro, a bênção da paz e o calor da amizade.