Vivemos tempos em que o
púlpito, em muitas comunidades, tem sido moldado mais pela expectativa das
multidões do que pela fidelidade à Palavra de Deus. Pastores, pressionados por
um modelo de “igreja-empresa”, tornam-se reféns do desejo de agradar aos
“clientes”, evitando confrontos e suavizando mensagens. Em vez de
proclamadores da verdade, muitos têm assumido o papel de animadores
espirituais, preocupados em manter a audiência satisfeita, mesmo que à custa da
glória de Deus. Esse desvio do propósito original do ministério não é novo. Foi
o drama vivido pelo profeta Jeremias, cuja fidelidade à Palavra lhe custou o
conforto, a aceitação e até a liberdade. Sua história nos desafia a refletir: estamos
dispostos a pagar o preço por sermos fiéis à verdade do evangelho?









