A brevidade da vida e a sabedoria de Deus

 


A brevidade da vida e a sabedoria de Deus

"Porque quem sabe o que é bom para o homem durante os poucos dias da sua vida de vaidade, os quais gasta como a sombra? Quem lhe poderá dizer o que sucederá debaixo do sol depois dele?" (Eclesiastes 6:12 - ARA)

Este versículo encerra o capítulo 6 de Eclesiastes com uma reflexão profunda sobre a fragilidade da existência humana, a incerteza do futuro e a limitação do conhecimento humano. Salomão, com sua sabedoria, nos conduz a uma questão essencial: O que é realmente bom para o ser humano durante sua curta vida na terra?

O peso das palavras e a inutilidade da vaidade

 


O peso das palavras e a inutilidade da vaidade

"Visto que há muitas palavras que aumentam a vaidade, que mais aproveita ao homem?" - Eclesiastes 6:11 - ARA

Este versículo nos leva a refletir sobre a quantidade e a qualidade das palavras que proferimos e ouvimos. Salomão, em sua sabedoria, nos adverte contra discursos vazios, debates infrutíferos e palavras que não produzem frutos espirituais. A multiplicação de palavras pode ser um reflexo da vaidade humana e da tentativa de buscar sentido onde, muitas vezes, não há proveito real.

A soberania de Deus e a humildade do homem


 A soberania de Deus e a humildade do homem

"Tudo quanto sucede já foi nomeado, e se sabe o que é o homem; ele não pode contender com quem é mais forte do que ele." - Eclesiastes 6:10

Este versículo nos leva a uma profunda reflexão sobre a soberania de Deus e as limitações humanas. Salomão reconhece que Deus já estabeleceu a ordem do mundo e que o homem, por mais que tente, não pode se comparar ou lutar contra o Criador.

A ilusão dos desejos


 A ilusão dos desejos

"Melhor é a vista dos olhos do que o vaguear da cobiça; também isto é vaidade e correr atrás do vento." - Eclesiastes 6:9 - ARA

Este versículo de Eclesiastes nos alerta sobre a insatisfação humana e o perigo de viver em função de desejos incessantes. Salomão ensina que é melhor apreciar o que temos diante dos olhos do que ser dominado por uma cobiça que nunca se satisfaz. Ele compara essa busca interminável com "correr atrás do vento" — um esforço inútil que nunca traz plenitude.

A verdadeira sabedoria


 A verdadeira sabedoria

"Porque, que mais tem o sábio do que o tolo? Que mais tem o pobre que sabe andar perante os vivos?" - Eclesiastes 6:8

 Este versículo nos leva a refletir sobre o verdadeiro valor da sabedoria e das conquistas terrenas. O Pregador questiona se há, de fato, alguma vantagem para o sábio em relação ao tolo e se o pobre, que aprendeu a viver de maneira prudente, realmente possui algo a mais. Ele sugere que, no final das contas, a busca por vantagem e superioridade pode ser ilusória, pois todos enfrentam os mesmos desafios e destinos na vida.

O trabalho que nunca satisfaz

 


O trabalho que nunca satisfaz

 "Todo o trabalho do homem é para a sua boca, e, contudo, nunca se satisfaz o seu apetite." - Eclesiastes 6:7

 Este versículo do livro de Eclesiastes nos leva a refletir sobre a natureza da vida e a busca incessante do ser humano por satisfação. Salomão observa que todo o esforço humano tem como objetivo principal suprir as necessidades básicas – principalmente a alimentação. No entanto, ele destaca um paradoxo, por mais que a pessoa trabalhe para se sustentar, sua alma nunca encontra plena satisfação.

Belotas, siempre Belotas

 


                           Belotas, siempre Belotas

 
Las bellotas caídas no caen, humilde fruto de la encina,

Alimentamos el útero de la tierra, sustentamos al animal y al hogar.

Belotas, siempre beotas, ruedan en la historia antigua,

Piensos para cerdos y ovejas, resistencia al hambre.

 En España castigada por el hambre, labios secos de esperanza

masticaron su amargo/verde y doce/maduro, mientras el tiempo ardía lentamente.

 Bella, siempre bella, prosaica, esquemática, discreta,

pero no desespero en la guerra, se fueron al pan donde no había trigo.

 El viento los derriba sin prisa, las raíces del mundo como el petróleo,

E incluso perdido en los días largos, sólo presente cuando falta todo.

No seas un descanso fértil, duerme en una nueva estación,

Esperamos en silencio y paciencia, porque sabemos que llegará tu hora.

Y el hombre, siempre olvidado, no los mira hasta especificar.

Pero esperan generosamente, no en silencio, en los bosques.

en el cielo que nos desconcierta, entre hojas doradas de otoño,

Las bellotas caen como promesas, pequeños tesoros del destino.

Algún día, quién sabe, o alguien, verá que la sencillez esconde la grandeza,

y que la tierra siempre da o que basta, sabemos buscarlo.

Los robles susurran dos años de vientos que bailan entre las ramas,

Narra historias de tiempos antiguos, donde reyes y compatriotas se parecían.

Cada beota contiene un universo, un futuro tronco, hojas y raíces,

un refugio para pasajeros y sueños, un ciclo de vida que se renueva sin demora.

Bellas, siempre bellas, como semillas de un amor posible,

Un regalo para el equilibrio preciso, una carta de que la tierra sigue ahí.

¿Y si un día dejamos velas, los robles se rompieron,

¿Qué contarán las historias del viento? ¿Qué le susurrarán sus raíces al tiempo?

En manos de un viejo campesino queda un hermoso legado,

Promesa de sombra para las redes, prueba de tiempo y paciencia.

Bella, siempre bella, en la tierra, en el viento, en la memoria,

Mantener los ciclos da vida, enseñando que la espera también nutre.


Pr. Gilberto Silva - Gurupi-TO


A brevidade da vida e o destino de todos

 


A brevidade da vida e o destino de todos

"E, ainda que vivesse duas vezes mil anos, mas não gozasse o bem, não vão todos para um mesmo lugar?" – Eclesiastes 6:6

 Neste versículo, o Pregador continua sua reflexão sobre a fragilidade da vida e a busca por significado. Ele levanta uma questão intrigante. Ainda que uma pessoa vivesse dois mil anos – uma longevidade impensável –, se ela não desfrutasse do bem, de que valeria? No fim, todos, ricos ou pobres, poderosos ou humildes, terminam no mesmo lugar: a sepultura.

A luz e as trevas da existência

 


A luz e as trevas da existência

"Ainda que nunca viu o sol, nem o conheceu, mais descanso tem do que este." - Eclesiastes 6:5

Neste versículo, Salomão reforça a comparação entre alguém que vive uma longa vida sem alegria e um natimorto que nunca viu a luz do sol. Ele afirma que, paradoxalmente, aquele que nunca experimentou a vida pode estar em uma condição melhor do que quem teve uma existência marcada por frustração e vazio.

A brevidade da vida sem sentido


 A brevidade da vida sem sentido

 "Porque em vão veio, e em trevas se vai, e de trevas se cobre o seu nome." – Eclesiastes 6:4

 Neste versículo, o Pregador continua sua reflexão sobre a frustração de uma vida sem propósito. Ele usa a forte metáfora do natimorto para descrever alguém que, apesar de ter recebido riquezas, bens e honras, não pôde desfrutar delas e viveu sem contentamento. Essa pessoa "veio em vão" e "em trevas se vai", como se nunca tivesse existido. É uma imagem impactante que nos leva a pensar sobre a brevidade da vida e a importância de encontrar um significado verdadeiro para nossa existência.