Colhendo o fruto das próprias escolhas


Colhendo o fruto das próprias escolhas

“Portanto, comerão do fruto do seu procedimento e dos seus próprios conselhos se fartarão.” – Provérbios 1:31 - ARA

Este versículo apresenta uma lei espiritual que ninguém consegue evitar. Toda escolha gera colheita. Deus não está sendo duro. Ele está sendo justo. Quem rejeita a sabedoria e insiste em seguir o próprio caminho acaba experimentando o resultado das decisões que tomou. Não é castigo imposto do céu, é consequência do caminho escolhido.

A Bíblia confirma esse princípio de forma clara: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7). Quando plantamos conselhos humanos, orgulho ou teimosia, colhemos confusão e dor. Mas quando plantamos obediência, colhemos vida.

Provérbios já havia alertado: “Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” (Provérbios 14:12). Confiar apenas em si mesmo pode parecer liberdade, mas muitas vezes termina em prisão emocional e espiritual. O fruto pode até demorar, mas ele sempre chega.

Deus oferece Sua direção justamente para nos livrar dessa colheita amarga. O salmista declara: “O que anda em retidão anda seguro” (Provérbios 10:9). Ouvir a sabedoria é como plantar sementes boas que produzem paz, estabilidade e crescimento.

Este texto também nos lembra que o conselho que seguimos hoje molda o amanhã. Quando rejeitamos Deus, somos “fartos” das próprias ideias, e nem sempre elas nos alimentam como imaginávamos.

Oração: “Senhor Deus, eu reconheço que muitas colheitas da minha vida vieram de escolhas erradas. Perdoa-me quando confiei mais em mim do que em Ti. Ensina-me a semear obediência, humildade e sabedoria, para que eu colha vida, paz e direção. Guia minhas decisões e alinha meus passos à Tua vontade. Em nome de Jesus, amém.”

Na Graça do Pai. Bom dia. Shalom. A Paz do Senhor. Ainda é tempo de trocar sementes. Deus permite recomeços quando mudamos a direção do plantio. Reflitamos sobre isso nesta quinta-feira e nos questionemos qual tipo de frutos nossas escolhas têm produzido?

Pr. Gilberto Silva – Gurupi-TO