Na Reforma Protestante do século XVI, foi necessário reformar não somente a teologia e a prática da igreja, mas também a sua liturgia. Martin Bucer em 1524 foi um dos primeiros a celebrar o culto na língua do povo e não em latim. Martinho Lutero publicou a ordem do culto de Santa Ceia no idioma alemão, em 1526. Foi especialmente em Genebra que as Igrejas Reformadas, guiadas por João Calvino, reformaram o culto conforme os princípios da Palavra de Deus e a prática da Igreja Antiga. Em 1542, Calvino publicou um livro: “A forma de orações e cânticos eclesiásticos – a maneira de administrar os sacramentos e consagrar o casamento – conforme a prática da Igreja Antiga”. Este livro serviu para guiar as igrejas de volta a um culto agradável a Deus, conforme a Sua vontade revelada, em espírito e em verdade.
O culto reformado, quando comparado, por exemplo, com o culto cristão descrito por Justino, o Mártir, um Pai Apostólico do 2º século, é quase idêntico. As orações escritas e as formas descrevendo o significado dos sacramentos, estão repletas de citações e referências bíblicas. A prática de usar a liturgia de Genebra se espalhou por todas as igrejas reformadas da Europa. O presbiteriano escocês, João Knoxx, quando pastoreou a Igreja Inglesa em Genebra, usava a mesma forma de culto, mas em uma versão em inglês. Mais tarde, a Igreja Presbiteriana da Escócia adotou esta liturgia e suas formas.
Portanto, devemos nos voltar aos princípios que a Reforma de 1517 fez uso. Devemos retornar aos Símbolos da Fé, ao Sacramento da Santa Ceia como elemento da Eucaristia. Quando uma comunidade necessita de muitos aparatos ou elementos acessórios para realizar um culto público, como um culto eloquente, um cenário e palco, uma estrutura com “gelo seco”, luzes cintilantes, canhões de luz, salões escuros, músicas cantadas por profissionais, estamos longe de uma adoração sincera, senão antropocêntrica. Quando necessitamos de mensagens milimetricamente adaptadas para os desejos das pessoas e pregadores “ungidos”, estamos distantes da igreja primitiva. Quando o culto gira em torno do que nós precisamos para sermos vitoriosos e prósperos, estamos em um ambiente de idolatria evangélica. Devemos lutar contra a banalização da Divina Liturgia. Foi esta liturgia que não somente inspirou os Pais da Igreja, mas norteou os Primeiros Reformadores.
A Liturgia é o “Grande Encontro”, onde todos estão juntos elevando seus corações a Cristo e a Trindade Santíssima está presente. Voltemos à Igreja Antiga e abandonemos o culto consumista e sensacionalista. Voltemos a nos encontrar com Deus. Foi tão somente isso que os Reformadores Protestantes desejaram e fizeram. (Adaptado do sítio igrejasreformadasdobrasil.com), com informações do Rev. Luiz Bueno, da IP de Covilhã.
O culto reformado, quando comparado, por exemplo, com o culto cristão descrito por Justino, o Mártir, um Pai Apostólico do 2º século, é quase idêntico. As orações escritas e as formas descrevendo o significado dos sacramentos, estão repletas de citações e referências bíblicas. A prática de usar a liturgia de Genebra se espalhou por todas as igrejas reformadas da Europa. O presbiteriano escocês, João Knoxx, quando pastoreou a Igreja Inglesa em Genebra, usava a mesma forma de culto, mas em uma versão em inglês. Mais tarde, a Igreja Presbiteriana da Escócia adotou esta liturgia e suas formas.
Portanto, devemos nos voltar aos princípios que a Reforma de 1517 fez uso. Devemos retornar aos Símbolos da Fé, ao Sacramento da Santa Ceia como elemento da Eucaristia. Quando uma comunidade necessita de muitos aparatos ou elementos acessórios para realizar um culto público, como um culto eloquente, um cenário e palco, uma estrutura com “gelo seco”, luzes cintilantes, canhões de luz, salões escuros, músicas cantadas por profissionais, estamos longe de uma adoração sincera, senão antropocêntrica. Quando necessitamos de mensagens milimetricamente adaptadas para os desejos das pessoas e pregadores “ungidos”, estamos distantes da igreja primitiva. Quando o culto gira em torno do que nós precisamos para sermos vitoriosos e prósperos, estamos em um ambiente de idolatria evangélica. Devemos lutar contra a banalização da Divina Liturgia. Foi esta liturgia que não somente inspirou os Pais da Igreja, mas norteou os Primeiros Reformadores.
A Liturgia é o “Grande Encontro”, onde todos estão juntos elevando seus corações a Cristo e a Trindade Santíssima está presente. Voltemos à Igreja Antiga e abandonemos o culto consumista e sensacionalista. Voltemos a nos encontrar com Deus. Foi tão somente isso que os Reformadores Protestantes desejaram e fizeram. (Adaptado do sítio igrejasreformadasdobrasil.com), com informações do Rev. Luiz Bueno, da IP de Covilhã.
